A pergunta certa não é qual antena, é qual classe de plano — e o residencial, que é o mais barato e o mais procurado, é justamente o que não serve para evento.
Os planos se dividem por tipo de uso, não por franquia. Para evento, três coisas decidem: o endereço não é fixo, o horário de pico é exatamente quando a conexão precisa aguentar, e quase sempre há transmissão ou pagamento em jogo.
É o plano mais barato e o mais procurado, e é onde a maioria dos eventos tropeça. Dois motivos, e os dois aparecem no pior momento: ele pressupõe um endereço fixo de instalação, e não tem prioridade de tráfego. Num evento cheio, sem prioridade, a queda de desempenho acontece na hora do credenciamento, da transmissão e do pagamento — não na véspera, quando dava para corrigir.
Este é o erro mais caro, e ele não tem nada a ver com o plano. Um terminal de satélite entrega o acesso à internet. Ele não entrega o Wi-Fi do evento.
Satélite ganha quando o local não tem fibra e não tem prazo para construir: fazenda, praia, chapada, canteiro, área rural, evento montado em três semanas. Ganha também como segundo caminho, porque não divide duto nem entrada de prédio com o link terrestre.
E perde quando há fibra no local com prazo compatível. Nesse caso o link dedicado entrega mais banda por menos, com latência menor. Dizemos isso antes de orçar, porque evento é uma data só: descobrir depois não tem conserto.
A JCM é operadora multicarrier neutra. Não vendemos plano de fabricante: levantamos o que existe no endereço do evento — fibra, rádio licenciado, satélite — e entregamos a conectividade com a rede em volta dela, montagem, operação durante o evento e desmontagem.
Mande o endereço, a data e o que vai acontecer ali: quantas pessoas, se tem transmissão, se tem pagamento. A viabilidade e o orçamento voltam com prazo e SLA.
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Depende de dois fatores: o evento acontece fora de um endereço fixo, então a classe Roam ou Viagem é o mínimo; e se a conexão não pode cair — transmissão, credenciamento, pagamento — a classe empresarial ou prioritária é a indicada, porque é ela que garante prioridade de tráfego quando a rede enche.
Não é a escolha certa, e é o erro mais comum. O plano residencial é vinculado a um endereço fixo de instalação e não tem prioridade de tráfego, então o desempenho cai justamente no horário de pico do evento, que é quando o credenciamento e a transmissão acontecem.
A antena é só o acesso à internet; quem atende as pessoas é a rede Wi-Fi montada atrás dela. O número de usuários é definido pelo projeto de cobertura, pela quantidade de pontos de acesso e pela capacidade contratada — não pelo terminal.
Aguenta, desde que dimensionado pelo upload e não pelo download. Transmissão e câmeras consomem subida, e é o upload que estoura primeiro. Em evento com transmissão profissional o desenho normal é satélite com um segundo caminho, ou satélite como reserva de um link terrestre.
Bem mais rápido do que construir fibra até um local não atendido, que costuma ser o motivo da escolha. O que define o prazo é a disponibilidade do equipamento e o trabalho no local: energia, fixação e visada livre de céu.
Depende do porte, da duração e do que acontece no evento. Não publicamos preço de plano de fabricante porque ele muda; o que orçamos é a entrega completa — acesso, rede, montagem e operação durante o evento — a partir do endereço e da data.
Consultamos 42 redes e retornamos com as opções viáveis, valor, prazo de instalação e SLA. Resposta em até 2 horas úteis.
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