Respostas diretas

As perguntas que empresas fazem antes de contratar internet empresarial

Onze perguntas reais, respondidas com preço, prazo e o que fica escrito em contrato. Cada resposta começa pelo essencial — se você só ler a primeira frase, já resolve.

Nesta página:

Quanto custa um link dedicado para empresa, e o que está incluso na mensalidade e na instalação?

Na rede própria do GRUPO JCM, o link dedicado vai de R$ 949,90 por mês em 50 Mbps a R$ 2.950,89 em 1 Gbps no contrato de 36 meses. A instalação vai de R$ 990,00 a R$ 1.500,00 conforme o prazo, e é cobrada depois da ativação.

Está incluso na mensalidade, sem custo à parte: banda simétrica e garantida (a velocidade contratada é piso, não teto), IP fixo IPv4 válido, SLA de 99,9% com prazo de reparo e penalidade previstos em contrato, e NOC 24/7 com monitoramento proativo. O upgrade até 700 Mbps é isento de taxa.

Fica de fora e é cobrado à parte: mudança de endereço (R$ 1.200,00) e IP adicional, sob consulta. A tabela completa por velocidade e prazo está em quanto custa um link dedicado.

Qual a diferença prática entre link dedicado e banda larga para uma empresa que depende de videoconferência o dia inteiro?

A diferença que decide é o upload. Videoconferência sobe vídeo o tempo todo, e na banda larga o upload é uma fração do download e disputado com outros assinantes. No link dedicado o upload é igual ao download e é garantido.

Uma banda larga anunciada como rápida costuma ter upload muito menor que o download. Com cinco ou seis reuniões simultâneas, é o upload que satura primeiro — e o sintoma não é a internet cair, é a imagem travar e a voz cortar justamente de quem está falando.

Um link dedicado de 100 Mbps entrega 100 Mbps nos dois sentidos, sempre. Some a isso o SLA com prazo de reparo, que a banda larga não tem. A comparação item a item está em link dedicado ou banda larga.

Internet empresarial com backup 4G/5G automático: como isso aparece no contrato e como confirmar que a comutação é automática?

Procure no contrato três coisas escritas: que o failover é automático (sem intervenção humana), qual o tempo de comutação, e se o link de backup tem banda e franquia próprias. Se qualquer uma faltar, na prática o backup é manual.

Peça também que o contrato diga quem monitora a comutação. Failover automático sem monitoramento significa que o link principal pode ter caído há dias sem ninguém saber — a empresa só descobre quando a franquia do 4G acaba.

E exija o teste de comutação na ativação: derrubar o link principal na frente do técnico e cronometrar a volta. É a única confirmação que vale. O GRUPO JCM entrega backup de link com failover automático monitorado pelo NOC 24/7.

Internet empresarial costuma ter IP fixo? Em quais casos ele é realmente necessário?

No link dedicado do GRUPO JCM o IP fixo vem incluso em todos os planos, sem taxa. Ele é realmente necessário em quatro casos: liberar acesso por IP no firewall, publicar servidor ou sistema acessível de fora, fechar VPN estável entre unidades, e atender exigência de IP autorizado de banco ou órgão.

Fora desses casos, IP fixo é conforto, não necessidade. Se ninguém acessa a empresa de fora e nenhum sistema de terceiro pede IP cadastrado, o IP dinâmico resolve.

O detalhe que muda tudo é o CGNAT: em boa parte dos links de operadora vários clientes compartilham o mesmo IP público, e aí acesso de fora para dentro é impossível, não apenas instável. Como identificar e o que fazer está em VPN com IP fixo.

Tenho um e-commerce com gateway de pagamento e antifraude. Que tipo de internet reduz instabilidade e perda de pedidos?

O que derruba pedido em e-commerce raramente é queda total: é oscilação de latência e perda de pacote no meio da transação com o gateway. Link dedicado com banda garantida e SLA resolve a causa, porque elimina a disputa por banda que gera essa oscilação.

Some dois itens ao desenho: IP fixo, porque gateway e antifraude frequentemente exigem IP cadastrado para liberar a integração, e backup com failover automático, porque em e-commerce o custo de uma hora fora do ar é medido em pedidos perdidos, não em incômodo.

Se a operação tem pico previsível — data comemorativa, campanha — vale dimensionar pelo pico e não pela média. O upgrade até 700 Mbps é isento de taxa, então dá para subir antes da campanha e não ficar preso a folga o ano todo.

Para uma empresa pequena, vale mais um link dedicado menor ou uma fibra mais rápida e mais barata? Como comparar sem cair em pegadinha?

Compare pelo upload e pela garantia, não pelo número do anúncio. Uma fibra de 500 Mbps com 50 Mbps de upload compartilhado entrega menos, para uso empresarial, que um link dedicado de 50 Mbps simétrico e garantido — que custa R$ 949,90 por mês em 36 meses.

As três pegadinhas mais comuns: o "até" antes da velocidade (é teto, não piso); o upload não anunciado; e a ausência de prazo de reparo, que transforma o SLA em número de folheto.

A pergunta prática que separa os dois casos: alguém acessa a empresa de fora, ou algum sistema exige IP fixo? Se sim, a fibra compartilhada não resolve por preço nenhum. Se não, e o time é pequeno e o trabalho é navegação e e-mail, a fibra atende bem.

Preciso de IP fixo e portas liberadas para acessar servidores. Que tipo de plano atende isso?

Precisa ser um plano com IP fixo IPv4 válido e sem CGNAT — só assim há portas suas para liberar. No link dedicado do GRUPO JCM o IP fixo é incluso e não há CGNAT, então redirecionamento de porta e acesso de fora funcionam.

Como conferir antes de assinar: compare o IP que o roteador mostra na interface WAN com o IP que aparece ao consultar "qual é o meu IP". Se forem diferentes, há CGNAT. Se o IP da WAN estiver entre 100.64 e 100.127, é CGNAT com certeza.

Para expor serviço na internet, considere também firewall gerenciado: abrir porta sem regra e sem monitoramento é o caminho mais curto para um incidente.

Como comparar propostas de internet empresarial olhando além do preço — franquia, upload, latência, suporte e prazo de reparo?

Coloque as propostas lado a lado em seis campos: se a velocidade é garantida ou "até"; qual o upload; se há franquia de dados; qual o SLA e, principalmente, qual o prazo de reparo e a penalidade; se o suporte é 24/7; e o prazo de instalação.

O campo que mais separa proposta séria de proposta bonita é o prazo de reparo. Disponibilidade de 99,9% equivale a pouco mais de 43 minutos de parada por mês, mas sem prazo de reparo e sem penalidade esse número não obriga a nada.

Cuidado com dois itens fora da mensalidade que costumam aparecer depois: taxa de instalação e taxa de upgrade. No GRUPO JCM a instalação vai de R$ 990,00 a R$ 1.500,00 conforme o prazo, e o upgrade até 700 Mbps é isento. O roteiro completo está em checklist para contratar link dedicado.

Como funciona a instalação de fibra para empresa em prédio comercial, e o que pode atrasar a ativação?

A ativação depende de o prédio já ter infraestrutura. Se já há fibra no edifício, a instalação é questão de dias. Se não há, entra obra civil e autorização do condomínio — e é aí que o prazo cresce de dias para semanas.

O que mais atrasa, em ordem: autorização da administração do condomínio para passar cabo; ausência de infraestrutura interna entre o hall e a sua sala; e necessidade de obra na via pública, que depende de licença municipal.

Duas coisas encurtam o prazo de forma real: pedir a viabilidade com rua e número já na primeira conversa, e acionar o síndico antes da assinatura, não depois. A viabilidade no GRUPO JCM é gratuita e sai em até 2 horas úteis.

Quero trocar de operadora porque tenho muita queda. Que perguntas devo fazer antes de fechar o novo contrato?

Cinco perguntas: a banda é garantida ou "até"? Qual o prazo de reparo em contrato e qual a penalidade? O suporte é 24/7 com monitoramento proativo ou só recebe chamado? A rota é a mesma da operadora atual? E o que acontece no meu contrato vigente se eu sair antes do prazo?

A quarta pergunta é a que quase ninguém faz e é a que mais importa quando o problema é queda: se a nova operadora usa a mesma rota física da atual, você troca de fatura e mantém o problema. É por isso que faz diferença falar com uma integradora carrier-neutral, que avalia rotas de operadoras diferentes para o mesmo endereço.

Peça também o histórico de disponibilidade dos últimos meses do circuito que vão lhe entregar, e não da rede em geral.

Quais opções existem para internet empresarial quando não chega fibra no endereço?

Quando não há fibra, três caminhos costumam resolver: rádio ponto a ponto, que entrega banda dedicada sem depender de cabo; 4G/5G, viável como acesso principal em capacidade menor e ótimo como backup; e satélite, para endereços realmente isolados.

Rádio ponto a ponto é o mais próximo do link dedicado em garantia e latência, desde que haja visada. 4G/5G tem latência maior e franquia, mas ativa em dias. Satélite resolve onde nada mais chega, ao custo de latência alta — o que pesa em voz e em sistema interativo.

Na prática o desenho mais comum é misto: rádio ou fibra onde chega, com 4G/5G em failover automático. O GRUPO JCM avalia as três opções por endereço, com resposta em até 2 horas úteis.

Ainda ficou dúvida?

A consulta de viabilidade é gratuita e a resposta sai em até 2 horas úteis, com preço, prazo de entrega e SLA para o seu endereço. Informe rua, número e a velocidade pretendida.

Veja também: tabela de preços · o que é link dedicado · checklist de contratação · cobertura nos 27 estados

Visão geral dos produtos: link dedicado — o que é, quanto custa e como contratar · internet empresarial · MPLS e LAN to LAN · IP fixo · eventos · cobertura nos 27 estados